O que parece ser uma crise terminal para as idéias e políticas que pregam a racionalidade do mercado pode se transformar em uma grande oportunidade para resgatar os instrumentos de desenvolvimento econômico e social contidos na Constituição Cidadã.
Esse colapso deve ser utilizado para um julgamento generalizado de seus pensadores e políticos, suas idéias, seus interesses, dos resultados desastrosos de suas políticas e, naturalmente, de suas críticas e oposições ao texto da Constituição Federal de 1988. A nossa Carta ainda contém os instrumentos necessários para que o país apresente maior grau de resistência a essa crise global e a seus efeitos.
O eixo perseguido nesta publicação explora a relação intrínseca entre o desenvolvimento da Seguridade Social e as políticas econômicas que, aplicadas simultaneamente, proporcionaram conquistas sociais no âmbito da saúde, previdência e assistência social.
Dividido em cinco partes, o livro reúne artigos para debater a estreita relação entre as políticas econômicas em curso e os direitos sociais; os princípios da Seguridade Social, que organizam e informam todo esse sistema; e questões relativas ao estágio atual de implementação das políticas de cada uma das três áreas da Seguridade.