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	<title>Ação fiscal &#8211; ANFIP Nacional</title>
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	<title>Ação fiscal &#8211; ANFIP Nacional</title>
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	<item>
		<title>RFB fortalece sustentabilidade com entrega de equipamentos em Presidente Figueiredo (AM)</title>
		<link>https://www.anfip.org.br/acao-fiscal/rfb-fortalece-sustentabilidade-com-entrega-de-equipamentos-em-presidente-figueiredo-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daiana Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ NOTICIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ação fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Receita Federal do Brasil (RFB) deu mais um passo na consolidação de iniciativas socioambientais na região Norte com a execução do projeto Ação Sustentável, destacando a entrega de equipamentos ao município de Presidente Figueiredo. A ação foi conduzida pela Superintendência da 2ª Região Fiscal e simboliza o fortalecimento da parceria institucional entre o Governo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A Receita Federal do Brasil (RFB) deu mais um passo na consolidação de iniciativas socioambientais na região Norte com a execução do projeto Ação Sustentável, destacando a entrega de equipamentos ao município de Presidente Figueiredo. A ação foi conduzida pela Superintendência da 2ª Região Fiscal e simboliza o fortalecimento da parceria institucional entre o Governo Federal e as administrações municipais amazônicas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A iniciativa integra um conjunto de políticas públicas que buscam dar destinação social e sustentável a bens apreendidos pela Receita Federal, transformando materiais que antes estavam irregulares em instrumentos de inclusão digital, apoio educacional e fortalecimento da gestão pública. Projetos dessa natureza já vêm sendo executados na região, como o de destinação sustentável de equipamentos eletrônicos para escolas, convertendo produtos apreendidos em ferramentas úteis à sociedade .</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Durante a solenidade na Delegacia da Alfândega do Porto de Manaus, a Superintendente da 2ª Região Fiscal Altair Sampaio realizou a entrega oficial dos equipamentos ao prefeito do município Fernando Vieira, reforçando o compromisso da Receita Federal com o desenvolvimento regional sustentável. A ação evidencia o papel estratégico da instituição não apenas na administração tributária, mas também como agente de transformação social.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O prefeito destacou a importância dos equipamentos recebidos para o fortalecimento das políticas públicas locais, sobretudo nas áreas de educação, inclusão digital e apoio às comunidades.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O projeto Ação Sustentável também se alinha às diretrizes de responsabilidade socioambiental da administração pública, ao promover a reutilização de bens e a redução de impactos ambientais. Ao transformar apreensões em benefícios concretos para a população, a Receita Federal contribui para a construção de uma economia mais circular e inclusiva.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A entrega dos equipamentos simboliza, portanto, mais do que um ato administrativo: representa a presença ativa do Estado em regiões estratégicas da Amazônia, promovendo cidadania, sustentabilidade e desenvolvimento local por meio de soluções inovadoras e integradas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-12.08.26.jpeg' title="" data-rl_title="" class="rl-gallery-link" data-rl_caption="" data-rel="lightbox-gallery-1"><img width="313" height="235" src="https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-12.08.26-313x235.jpeg" class="attachment-medium size-medium" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-12.08.26-313x235.jpeg 313w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-12.08.26-532x399.jpeg 532w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-12.08.26-768x576.jpeg 768w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-12.08.26.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 313px) 100vw, 313px" /></a>
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<p><em>Fotos: Receita Federal do Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ação Fiscal: RFB atua em apoio à reabilitação de animal silvestre</title>
		<link>https://www.anfip.org.br/acao-fiscal/acao-fiscal-rfb-atua-em-apoio-a-reabilitacao-de-animal-silvestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@luana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ NOTICIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ação fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Para além das atribuições tributárias e aduaneiras, os Auditores da Receita Federal do Brasil (RFB) também têm compromisso com a proteção ambiental, a preservação da biodiversidade do País e o fortalecimento de políticas públicas sustentáveis. Neste sentido, a RFB apoiou institucionalmente o Centro de Recuperação de Animais Marinhos da Universidade Federal do Rio Grande (CRAM-FURG)...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Para além das atribuições tributárias e aduaneiras, os Auditores da Receita Federal do Brasil (RFB) também têm compromisso com a proteção ambiental, a preservação da biodiversidade do País e o fortalecimento de políticas públicas sustentáveis.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Neste sentido, a RFB apoiou institucionalmente o Centro de Recuperação de Animais Marinhos da Universidade Federal do Rio Grande (CRAM-FURG) após a recepção do filhote neonatal de toninha (Pontoporia blainvillei), espécie classificada como o mamífero marinho mais ameaçado de extinção do Atlântico Sul Ocidental.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A atuação rápida e eficiente da Receita Federal, no dia 22 de janeiro, foi fundamental para minimizar a permanência do animal em trâmites aduaneiros e, assim, assegurar o bem-estar do filhote. Além do despacho, o órgão efetuou também a escolta do filhote de toninha com controle e segurança até o seu destino.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Toda a operação contou com a participação do inspetor da Inspetoria da Receita Federal do Brasil em Chuí (IRF/Chuí), Auditor Fiscal Márcio da Costa Cacko, em movimentação conjunta com as instituições envolvidas no processo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A ANFIP Nacional parabeniza todos os Auditores Fiscais da RFB e os integrantes do CRAM-FURG pelo trabalho de excelência e pela responsabilidade socioambiental do Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O filhote, que foi batizado de “Pirata”, receberá tratamento especializado e seguirá os protocolos técnicos de reabilitação, com o propósito de sua recuperação e possível reintegração ao habitat natural.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Com informações da Receita Federal.</em></span></p>
<p style="font-weight: 400;">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Doação da Alfândega do Porto de Itaguaí /RJ reforça o papel social da Receita Federal</title>
		<link>https://www.anfip.org.br/acao-fiscal/doacao-da-alfandega-do-porto-de-itaguai-rj-reforca-o-papel-social-da-receita-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 16:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ NOTICIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ação fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo de 2025, a Alfândega do Porto de Itaguaí consolidou-se como uma das principais referências nacionais em responsabilidade social no âmbito da Receita Federal. Por meio do programa “Receita Cidadã”, foram doados R$ 59.831.137,84 em mercadorias apreendidas ou abandonadas, valor que representa mais de 61% de todas as doações realizadas pela 7ª Região Fiscal...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Ao longo de 2025, a Alfândega do Porto de Itaguaí consolidou-se como uma das principais referências nacionais em responsabilidade social no âmbito da Receita Federal. Por meio do programa “Receita Cidadã”, foram doados R$ 59.831.137,84 em mercadorias apreendidas ou abandonadas, valor que representa mais de 61% de todas as doações realizadas pela 7ª Região Fiscal da Receita Federal no período.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">O impacto social da iniciativa é expressivo. Quase 300 instituições e órgãos públicos foram atendidos, alcançando milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade social. As doações contribuíram diretamente para a promoção do bem-estar, do desenvolvimento pessoal e profissional, além de viabilizarem atendimentos emergenciais e ações estruturantes que transformaram realidades em diversas comunidades.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Por meio das doações realizadas pela Alfândega de Itaguaí bens que antes estavam ligados a irregularidades fiscais são transformados em instrumentos de promoção do bem-estar coletivo e do desenvolvimento social por meio da:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Promoção da justiça social</span></li>
</ol>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">As mercadorias apreendidas são destinadas a órgãos públicos, entidades filantrópicas e instituições sociais que atendem populações em situação de vulnerabilidade. Dessa forma, bens que poderiam ser apenas leiloados ou destruídos passam a beneficiar diretamente comunidades carentes, contribuindo para a redução das desigualdades sociais.</span></p>
<ol start="2">
<li style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Fortalecimento de políticas públicas</span></li>
</ol>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">As doações ajudam a estruturar e melhorar serviços públicos essenciais, como educação, saúde, assistência social e segurança. Escolas, hospitais, Prefeituras e organizações sociais podem utilizar esses bens para ampliar sua capacidade de atendimento, muitas vezes suprindo carências orçamentárias e melhorando a qualidade dos serviços prestados à população.</span></p>
<ol start="3">
<li style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Uso socialmente responsável dos bens apreendidos</span></li>
</ol>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">O programa “Receita Cidadã” reforça o princípio de que o patrimônio apreendido pelo Estado deve cumprir uma função social. Em vez de representar apenas o resultado de uma infração, esses bens ganham novo significado ao serem revertidos em benefício da sociedade, promovendo eficiência e responsabilidade na gestão pública.</span></p>
<ol start="4">
<li style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Incentivo à cidadania fiscal</span></li>
</ol>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Ao dar visibilidade ao destino social das mercadorias apreendidas, o programa contribui para a conscientização da população sobre a importância do cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras. A sociedade passa a compreender melhor o papel da RFB não apenas como órgão fiscalizador, mas também como agente de promoção da cidadania e do interesse público.</span></p>
<ol start="5">
<li style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Impacto econômico e ambiental positivo</span></li>
</ol>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A reutilização e a redistribuição de mercadorias evitam o desperdício e reduzem impactos ambientais decorrentes da destruição de produtos. Além disso, ao apoiar instituições e projetos sociais, as doações podem gerar efeitos econômicos indiretos, como a capacitação de pessoas, a geração de renda e o fortalecimento de economias locais.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Entre os itens destinados pela Alfândega do Porto de Itaguaí estão materiais eletrônicos, hospitalares, de informática e de escritório, vestuário, brinquedos, itens veiculares, cabelo humano entre outros bens essenciais. Esses recursos foram utilizados em bazares solidários promovidos por ONGs, no fortalecimento de projetos sociais conduzidos por órgãos da administração pública municipal, estadual e federal, e em ações diretas voltadas à população em situação de vulnerabilidade, por meio de parcerias com as Secretarias de Assistência Social, Educação, Saúde, da Mulher e áreas correlatas.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">O alcance das doações ultrapassou os limites da 7ª Região Fiscal da Receita Federal e ganhou dimensão nacional. Parte significativa dos materiais foi destinada ao atendimento de calamidades públicas, como no apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, além de iniciativas de ressocialização e desenvolvimento de pessoas privadas de liberdade no sistema prisional do Espírito Santo. Outro destaque foi a doação de brinquedos para a Campanha de Natal dos Correios, que possibilitou atender os pedidos de mais de 50 mil crianças em todo o Brasil.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Com números expressivos e resultados concretos, a atuação da Alfândega do Porto de Itaguaí em 2025 reafirma o papel estratégico do programa Receita Cidadã na promoção da cidadania fiscal, transformando mercadorias em oportunidades, solidariedade e inclusão social.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;"><em>Fonte: Receita Federal</em></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita Federal desarticula esquema bilionário ligado à Operação Carbono Oculto</title>
		<link>https://www.anfip.org.br/geral/receita-federal-desarticula-esquema-bilionario-ligado-a-operacao-carbono-oculto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@luana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 15:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ NOTICIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ação fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[A Receita Federal, em conjunto com órgãos parceiros, deflagrou nesta quinta-feira, 27 de novembro, a Operação Poço de Lobato, para combater um sofisticado esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. Estão sendo cumpridos 126 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas em cinco estados: São Paulo, Rio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A Receita Federal, em conjunto com órgãos parceiros, deflagrou nesta quinta-feira, 27 de novembro, a Operação Poço de Lobato, para combater um sofisticado esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Estão sendo cumpridos 126 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Bahia.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Participam da operação servidores públicos da Receita Federal do Brasil (RFB), Ministério Público de São Paulo (MP/SP), Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz/SP), Secretaria Municipal de Fazenda de São Paulo (SMF), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP) e Polícias Civil e Militar.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">O grupo investigado mantém relações financeiras com empresas e pessoas ligadas à Operação Carbono Oculto, realizada em agosto de 2025, e figura como o maior devedor contumaz do País, com débitos superiores a R$ 26 bilhões.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A PGFN e o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado de São Paulo (Cira/SP) obtiveram o deferimento de medidas cautelares em ações judiciais cíveis que bloquearam mais de R$ 10,2 bilhões em bens dos envolvidos, incluindo imóveis e veículos, para a garantia do crédito tributário.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Por meio de complexas operações financeiras, o grupo movimentou mais de R$ 70 bilhões em apenas um ano, utilizando empresas próprias, fundos de investimento e offshores — incluindo uma exportadora fora do Brasil — para ocultar e blindar lucros. Suas operações financeiras são administradas pelo próprio grupo, que controla empresas financeiras e utiliza estruturas internacionais para blindagem patrimonial.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A investigação abrange todos os níveis da cadeia de combustíveis, da importação à comercialização ao consumidor final. O grupo possui núcleo no estado do Rio de Janeiro e atuação em praticamente todo o território nacional.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;"><strong>Fraudes</strong></span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Importadoras atuavam como interpostas pessoas, adquirindo do exterior nafta, hidrocarbonetos e diesel com recursos proveniente de formuladoras e distribuidoras vinculadas ao grupo. Apenas entre 2020 e 2025, foram importados mais de R$ 32 bilhões em combustíveis pelos investigados.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A empresa foi alvo da recente Operação Cadeia de Carbono, na qual foram retidos quatro navios contendo aproximadamente 180 milhões de litros de combustível. Em decorrência dessa operação, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou a interdição da refinaria após constatar diversas irregularidades, entre elas a suspeita de importação com falsa declaração do conteúdo (gasolina importada declarada como derivados de petróleo para industrialização), ausência de evidências do processo de refino e indícios de uso de aditivos químicos não autorizados pela regulamentação, pois alteram as características do produto e podem indicar tentativa de adulteração do produto vendido ao consumidor.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Formuladoras, distribuidoras e postos de combustíveis também vinculados à organização sonegavam reiteradamente tributos em suas operações de venda.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">As apurações revelaram ainda que formuladoras, distribuidoras e postos de combustíveis vinculados ao grupo sonegavam reiteradamente tributos em suas operações de comercialização, ampliando o impacto das irregularidades sobre a arrecadação e a concorrência no setor.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;"><strong>Ocultação</strong></span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Os valores do grupo eram concentrados em empresas financeiras controladas pelo próprio grupo. A Receita Federal identificou que uma grande operadora financeira atuava como sócia de outras instituições que também prestavam serviços ao grupo. Esse núcleo movimentou mais de R$ 72 bilhões entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">O esquema envolvia uma empresa financeira “mãe” controlando diversas “filhas”, criando operações complexas que dificultavam a identificação dos verdadeiros beneficiários. Assim como na Carbono Oculto, foram exploradas brechas regulatórias, como as “contas-bolsão”, que impedem o rastreamento do fluxo dos recursos. A principal financeira tinha 47 contas bancárias em seu nome, vinculadas contabilmente às empresas do grupo.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Após a paralisação das distribuidoras ligadas à Carbono Oculto, o grupo alvo da Poço de Lobato alterou totalmente sua estrutura financeira, substituindo o modelo usado desde 2018 por outro com novos operadores e empresas. Esses operadores, antes responsáveis por movimentações de cerca de R$ 500 milhões, passaram a movimentar mais de R$ 72 bilhões após 2024.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;"><strong>Blindagem</strong></span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">O dinheiro ilícito era reinvestido em negócios, propriedades e outros ativos por meio de fundos de investimento, dando aparência de legalidade e dificultando o rastreamento. A Receita Federal já identificou 17 fundos ligados ao grupo, que somam patrimônio líquido de R$ 8 bilhões. Em sua maioria, são fundos fechados com um único cotista, geralmente outro fundo, criando camadas de ocultação. Há indícios de que as Administradoras colaboraram com o esquema, omitindo informações à Receita Federal.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;"><strong>Operações com empresas offshore</strong></span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A análise dos fundos identificou a participação de entidades estrangeiras como sócias e cotistas, além da coincidência de representantes legais entre offshores e fundos. Essas entidades foram constituídas em Delaware, nos Estados Unidos, jurisdição conhecida por permitir a criação de empresas do tipo LLC com anonimato e sem tributação local, desde que não gerem renda em território norte-americano. Por meio dessa estrutura, as entidades deixam de ser tributadas tanto nos EUA quanto em território nacional. Tal prática, é comumente associada a estratégias voltadas à lavagem de dinheiro ou blindagem patrimonial dos envolvidos.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Uma das principais operações internacionais envolveu a aquisição de uma exportadora em Houston, Texas, da qual foram importados combustíveis no valor de mais de R$ 12,5 bilhões entre 2020 e 2025. Já foram identificadas mais de 15 offshores nos EUA, que remetem recursos para aquisição de participações e imóveis no Brasil, totalizando cerca de R$ 1 bilhão. Também foram detectados envios ao exterior superiores a R$ 1,2 bilhão sob a forma de contratos de mútuo conversíveis em ações, que podem retornar ao Brasil como investimentos por meio de outras offshores, fechando o ciclo.</span><br />
<span style="color: #000000;">O nome da Operação “Poço de Lobato” faz referência ao primeiro poço de petróleo perfurado no Brasil, em 1939, no bairro Lobato, em Salvador (BA), marco inicial da exploração petrolífera nacional. A escolha do nome está diretamente relacionada à atividade da empresa alvo da operação, que atua no setor de combustíveis e figura entre os maiores sonegadores do país.</span></p>
<hr />
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-75002 aligncenter" src="https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2025/11/27.11.2025-Receita-Federal-Operacao-Poco-de-Lobato-Infografico-324x182.png" alt="" width="516" height="290" srcset="https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2025/11/27.11.2025-Receita-Federal-Operacao-Poco-de-Lobato-Infografico-324x182.png 324w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2025/11/27.11.2025-Receita-Federal-Operacao-Poco-de-Lobato-Infografico-532x299.png 532w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2025/11/27.11.2025-Receita-Federal-Operacao-Poco-de-Lobato-Infografico-768x432.png 768w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2025/11/27.11.2025-Receita-Federal-Operacao-Poco-de-Lobato-Infografico-1536x864.png 1536w, https://www.anfip.org.br/wp-content/uploads/2025/11/27.11.2025-Receita-Federal-Operacao-Poco-de-Lobato-Infografico.png 1921w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Fonte: Receita Federal</span></p>
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		<title>Receita Federal e órgãos de Minas Gerais realizam operação contra cigarro ilegal</title>
		<link>https://www.anfip.org.br/acao-fiscal/receita-federal-e-orgaos-do-estado-de-minas-gerais-combatem-a-producao-comercializacao-e-distribuicao-de-cigarros-ilegais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@luana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ NOTICIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ação fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Receita Federal, em ação conjunta com as Secretarias de Fazenda, de Justiça e Segurança Pública, e com as Polícias Civil e Militar do Estado de Minas Gerais, deflagrou na manhã desta terça-feira (11/11) a Operação Martelo de Ludd, com o objetivo de apurar a produção, comercialização e distribuição de cigarros ilegais na cidade de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">A Receita Federal, em ação conjunta com as Secretarias de Fazenda, de Justiça e Segurança Pública, e com as Polícias Civil e Militar do Estado de Minas Gerais, deflagrou na manhã desta terça-feira (11/11) a Operação Martelo de Ludd, com o objetivo de apurar a produção, comercialização e distribuição de cigarros ilegais na cidade de Visconde do Rio Branco (MG).</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">As investigações foram conduzidas no âmbito do Grupo de Trabalho Tabaco (GT Tabaco), que reúne diversos órgãos de fiscalização e segurança pública. O grupo identificou que uma organização, já anteriormente autuada, continuava operando no interior do estado, mantendo suas atividades ilícitas de fabricação e distribuição de cigarros.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Visconde do Rio Branco. Os envolvidos poderão responder por infrações às normas de saúde pública, além dos crimes de sonegação fiscal, organização criminosa e lavagem de dinheiro.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Participam da operação 04 Auditores-Fiscais e Analistas-Tributários da Receita Federal, além de servidores da Secretaria da Fazenda e de policiais civis e militares de Minas Gerais. O valor estimado da fraude é de aproximadamente R$ 10 milhões.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Fonte: Receita Federal</span></p>
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