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NOTÍCIA
Política de Classe - 06/06/2018 19:27 | Atualizado 06/06/2018 07:38

Ato de lançamento da Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora

Ato de lançamento da Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora

O presidente da ANFIP, Floriano Martins de Sá Neto, e a vice-presidente de Assuntos Parlamentares, Ilva Franca, acompanharam o lançamento oficial da Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, ocorrido nesta quarta-feira (6/6), em São Paulo.

Sob a coordenação do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o documento apresenta 22 propostas para o desenvolvimento econômico do país, com criação de empregos e valorização do trabalho, como a revogação da reforma trabalhista, da lei da terceirização e da Emenda Constitucional 95, que congelou os gastos públicos por 20 anos. Conta com a participação centrais sindicais: CTB, CUT, CSB, Força Sindical, Nova Central, Intersindical e UGT.

Durante o ato de lançamento, o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, explicou as diretrizes da proposta e informou que o documento será entregue aos candidatos nas eleições de 2018 e aos parlamentares da atual Legislatura. “A agenda reúne as principais propostas do movimento para o crescimento e desenvolvimento do país. São demandas em todas as áreas, econômicas, sociais e trabalhistas, contemplando direitos essenciais da classe trabalhadora”, disse Ganz Lúcio.

Modelo tributário brasileiro

O encontro também contou com a participação do presidente da ANFIP, Floriano Martins de Sá Neto, e do presidente da Fenafisco, Francelino das Chagas Valença Junior. Eles apresentaram o projeto de Reforma Tributária Solidária, que corrige injustiças históricas no sistema de impostos do Brasil, que sempre penalizou os mais pobres. 

"Estamos hoje terminando um fórum internacional sobre o sistema tributário, com 20 especialistas de 14 países dos quatro continentes do mundo. Nosso sistema tributário é um horror! Nós cobramos mais dos pobres, que ganham menos, e cobramos muito menos dos que ganham mais. Os trabalhadores do setor público e privado têm de estar irmanados para transformar esta realidade, para mudar este modelo tributário que pesa mais no consumo, e muito menos na propriedade e renda ", afirmou Floriano Sá Neto.

Com informações do Portal CTB.

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