Réquiem para Cyro Moraes da Franca
Os desígnios de Deus são insondáveis. Certeza absoluta temos, que um dia partiremos. Somos finitos, e desta finitude nenhum ser humano é imune.
Porém, e voltando aos desígnios de Deus, chegamos quando Ele decide, vivemos como Ele designa e partimos, quando Ele entende ser a hora.
O amigo, o colega e o homem Cyro Franca cumpriu, entre a chegada e a partida, a missão da vida que o Criador lhe confiou. Dentre muitas, presidiu a ANFIP, com honra, dignidade e decência. Seu nome, na história da Entidade, lustra o painel de honra dos Auditores que a presidiram.
Lembro-me de um tempo pioneiro: Cyro, Francisquine, Pedro Dietrich e eu instalados no Gabinete do Secretário de Planejamento do INPS, o saudoso Manezinho, acertando os detalhes para audiências com o Ministro da Previdência Jarbas Passarinho, ou com o Ministro do Planejamento Delfim Neto. A frente, na entrada dos gabinetes, sempre o Pedro Dietrich e Cyro. E também os mais argumentativos.
Lembranças de um tempo em que a ANFIP, ainda com sua sede no Rio de Janeiro, se consolidava e se estruturava para ser a respeitável Entidade que hoje nos orgulhamos. Você, Cyro Moraes da Franca, foi para os braços do Pai Celestial.
A ANFIP, que você contribuiu decisivamente para ser forte, soberana e digna, o pranteia!
Saudamos o seu legado e reverenciamos a sua memória!
Dai-lhe o repouso eterno, Senhor!
Carlos José de Castro
Presidente da ANFIP Nacional
