Presidente da ANFIP reforça papel da Entidade em entrevista à RS Rádio

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Nesta terça-feira (4/1), o presidente da ANFIP, Vilson Antonio Romero, concedeu entrevista exclusiva ao programa RS em Pauta, da RS Rádio, em sua primeira edição de 2022. Na oportunidade, Romero falou sobre os compromissos da nova gestão, contextualizou o cenário sociopolítico atual e projetou os desafios que a carreira deve enfrentar ao longo do ano.

“Muito me honra pela segunda vez estar ocupando a presidência da nossa Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil. Neste novo desafio, preocupa muito o fato de que vamos vivenciar um ano de muita radicalização. Mas a ANFIP, presente em diversos fóruns, vai manter uma postura suprapartidária, dialogando com todo o espectro partidário, de forma a continuar tendo uma boa interlocução no Parlamento e nos demais Poderes da República; e contribuindo com medidas que possam ajudar a mitigar a grave desigualdade social que aflige o nosso país”, declarou.

De acordo com Romero, a Associação “deve continuar defendendo, com muita tranquilidade, diálogo e protagonismo, as mais de 20 mil pessoas, entre associados, familiares e dependentes, que torcem pelo nosso sucesso e que dependem da nossa gestão; e, em especial, mantendo como bandeiras a luta pelo bem-estar social, pela Seguridade e, incorporando também a justiça fiscal em nossa atuação”, informou.

Sobre as ameaças à categoria, o presidente afirmou que o Conselho Executivo que tomou posse deve seguir agindo na defesa das prerrogativas, competências e atribuições dos Auditores Fiscais, abrangendo não só a fiscalização dos tributos internos e das contribuições previdenciárias, mas o cuidado com a gestão aduaneira, o controle de fronteiras, portos e aeroportos, e todas as questões que digam respeito aos Regimes Próprios de Previdência Social e à Previdência Complementar Fechada.

“Nós não abrimos mão, vamos continuar defendendo  melhores condições de trabalho, remuneração digna, reconhecimento funcional e maior capacitação aos ativos, bem como a manutenção do poder aquisitivo dos inativos”, disse Romero. E concluiu: “É fundamental reafirmar a continuidade da parceria com todos os segmentos que defendam o combate à desigualdade social e que atuem em prol de um Brasil mais solidário, com justiça fiscal e melhores condições de vida à população. Essas serão as principais premissas que guiarão a nossa gestão”.