Os integrantes do Conselho Fiscal da ANFIP Nacional reuniram-se nesta segunda-feira (1º/6) para examinar documentos contábeis e financeiros da Associação, com destaque para o relatório da auditoria externa referente ao exercício de 2025. A abertura dos trabalhos, conforme previsto no Estatuto da Entidade, foi realizada pelo presidente do Conselho Executivo, Carlos José de Castro.
Na ocasião, Carlos Castro ressaltou a importância do Conselho Fiscal para a governança da Associação. Segundo ele, o colegiado exerce papel fundamental no acompanhamento e controle das atividades financeiras e patrimoniais da Entidade, contribuindo para a transparência e a segurança da gestão. “É sempre um prazer participar de mais uma abertura de atividades efetivas deste Conselho. Conselho este que tem a função precípua e importantíssima da fiscalização e do controle das nossas atividades fiscais”.
O presidente também desejou êxito aos conselheiros no desenvolvimento das atividades.
Na sequência, o coordenador do Conselho Fiscal, Ariovaldo Cirelo, destacou a responsabilidade do colegiado na análise das contas da ANFIP e sua contribuição para o fortalecimento institucional da Associação. “Que possamos realizar o melhor trabalho possível em benefício dos nossos associados”, afirmou.
Ao apresentar a pauta da reunião, Cirelo explicou que o principal objetivo do encontro era examinar o relatório elaborado pela empresa TGV Auditorias Independentes, contratada por meio de processo licitatório para realizar a auditoria externa das demonstrações contábeis e financeiras da ANFIP Nacional referentes ao exercício de 2025.
O coordenador também enfatizou que a contratação de auditoria independente reforça o compromisso da Associação com a transparência e a boa gestão dos recursos. “Isso demonstra transparência no trato do patrimônio da nossa Entidade e respeito aos nossos associados”, destacou.
Após a abertura, teve início a análise dos documentos contábeis e financeiros, conduzida por Ariovaldo Cirelo, com a participação dos conselheiros titulares Antônio Carlos Silveira e Gilson Fernando Ferreira de Menezes.
