Frente Mineira de Defesa dos Serviços Públicos volta a se mobilizar

Coletivo de entidades reuniu-se na ANFIP-MG para traçar ações contra a iminente reforma administrativa

A Frente Mineira de Defesa dos Serviços Públicos reuniu seus representantes, nesta terça-feira (15/10/2019), na sede da ANFIP-MG, para planejar atividades em defesa do serviço público e contra a reforma administrativa que o governo deve anunciar em breve.

A coordenadora da Frente, Ilva Franca, traçou um histórico da criação da Frente (em 2012), mencionou a criação da Frente Mista Parlamentar em Defesa do Serviço Público [que acontecerá, em Brasília, no dia 23/10/2019], falou sobre o objetivo da reunião e alertou para o prejuízo que a população terá com o esvaziamento da importância dos servidores públicos. “O povo pensa que acabando com os servidores públicos a prestação de serviço vai continuar do mesmo jeito. Não vai e é por isso que estamos aqui reunidos, para pensar em como podemos minimizar os prejuízos. Então, vamos, a partir de agora, reorganizar a Frente Mineira com as entidades representativas dos servidores públicos federais, estaduais e municipais, para que possamos atuar politicamente em defesa do serviço público com mobilizações, esclarecimentos, atos públicos e pressão sobre os parlamentares”, disse.

Os representantes também aproveitaram para fazer um balanço geral das ações da Frente Mineira nos anos anteriores, especialmente no período durante a reforma da Previdência, reforma Trabalhista, Terceirização, PEC 555, PL 4330, PL 4434, MP 664, MP 665, PLP 459/17, PEC 186, EC 95/16 dentre outros.

Por fim, estabeleceram alguns encaminhamentos:

1) Promover campanha informativa interna (com as bases) e externa (mobilizações);

2) Produzir um manifesto que discorrerá sobre as ameaças ao serviço público e aos servidores. O documento também servirá como um chamamento para outras entidades;

3) Promover um dia de interação dos servidores com o público e, posteriormente, um dia sem serviço público, para mostrar a importância deles para a sociedade e como a falta da prestação prejudica a todos;

4) Organizar atos públicos;

5) Fomentar a participação de aposentados na luta, já que também serão afetados pelas mudanças, embora muitos acreditem que não.

Fonte: ANFIP-MG

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