ANFIP e ANFIP-MG presentes no ato público unificado de 14 de junho

A ANFIP e a ANFIP-MG marcaram presença no ato público unificado ocorrido durante a greve geral, realizada na sexta-feira (14/6), em todo o país, em defesa da uma reforma da Previdência justa e contra a retirada de direitos trabalhistas e sociais.

Representou a ANFIP, a vice-presidente de Assuntos Parlamentares, Ilva Maria Franca Lauria, que também é coordenadora da Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência Social; o VP de Patrimônio e Finanças da ANFIP-MG, Cássio Oliveira; e a suplente do Conselho Fiscal da ANFIP-MG, Júnia Fróes.

Em BH/MG, o ato público começou na praça Afonso Arinos, região central da capital mineira. Posteriormente, os manifestantes seguiram em passeata pela avenida Afonso Pena até a praça da Estação, também na região central. Ao longo do trajeto, eles gritaram palavras de ordem contra os termos da reforma e contra o governo.

Em sua manifestação (veja abaixo), Ilva Franca afirmou que “apenas com mobilizações como essa conseguiremos derrubar essa reforma da Previdência, que é prejudicial a todo o povo brasileiro”.

 

Ela lembrou que, no dia anterior (13/06/2019), foi apresentado o relatório da Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a analisar a PEC 6/2019 (que dispõe sobre a reforma). “Já conseguimos retirar alguns pontos, mas [a proposta] ainda continua draconiana, punindo todos os trabalhadores brasileiros. Não podemos deixar essa reforma passar. Eles estão querendo desconstitucionalizar a Previdência Social — retirando regras da Constituição Federal — e permitir que, através de Lei Complementar, sejam alterados nossos direitos previdenciários, a exemplo do que fizeram na reforma trabalhista e na terceirização”, criticou.

Ela ainda informou que foi retirado do relatório o regime de capitalização, mas, no meio do texto, segundo ela, há um trecho que institui a capitalização para os servidores públicos. “Além disso, é um absurdo o aumento da alíquota previdenciária até 22%, podendo chegar a até 40%, se for necessário”, observou.

Por fim, enfatizou que é extremamente importante a união e participação de todos na greve geral, “para mostrar ao governo que nós, trabalhadores, não vamos permitir que destruam nossos direitos previdenciários, trabalhistas e sociais”, concluiu.

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